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Communication faces in the practice of nursing. A bibliographic research

 As faces da comunicação na prática da enfermagem: Uma pesquisa bibliográfica

 Thalita Rocha Oliveira*; Sonia Mara Faria Simões**

* Enfermeira obstetra e auditora. 2° Tenente do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Mestranda em Ciências do Cuidado em Saúde. Universidade Federal Fluminense. Niterói-RJ/Brasil. E-mail oliveira.thalita@oi.com.br; ** Professora Doutora Titular da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da Universidade Federal Fluminense. Filósofa. Niterói-RJ/Brasil. E-mail soniamarasimoes@oi.com.br  

Abstract. Nursing is a relational profession, in which communication is present in all the process of caring. Objective: to characterize in bibliographic productions the aspects of communication in the practice of nursing and to describe the knowledge produced by nursing about communication as an essential element for the care with the patient. Method: Bibliographic research in nursing periodicals indexed in LILACS, BDENF and SCIELO and published in the period from 2002 through 2008. Out of articles found, it was selected and analyzed 21, which showed abilities and techniques for the development of communication as remaining in silence, listening reflexively and showing personal involvement. Other aspects considered were communication as base for interpersonal relationship and the nursing care and some difficulties faced in the nurse-patient communicative process, as lack of time. Thus, it is opportune to rescue communication in nursing as a practice not only of abilities, but also as a way of allowing to the subjects involved to express their feelings and needs, contributing for a humanized and meaningful nursing care.

Keywords: nursing, communication interpersonal relationships

Resumo. A enfermagem é uma profissão relacional, na qual a comunicação se faz presente em todo o processo de cuidado. Objetivo: caracterizar nas produções bibliográficas os aspectos da comunicação na prática da enfermagem e descrever o conhecimento produzido pela enfermagem acerca da comunicação como elemento essencial para o cuidado com o cliente. Método: pesquisa bibliográfica em periódicos de enfermagem indexados na LILACS, BDENF e SCIELO publicados no período de 2002 a 2008. Dos artigos encontrados foram selecionados e analisados 21, os quais apontavam habilidades e técnicas para o desenvolvimento da comunicação como permanecer em silêncio, ouvir reflexivamente e mostrar envolvimento pessoal.  Outros aspectos considerados foram a comunicação como base para o relacionamento interpessoal e o cuidado de enfermagem e algumas dificuldades enfrentadas no processo comunicativo enfermeira-paciente como a falta de tempo. Assim, é oportuno resgatar a comunicação na enfermagem como uma prática não só de habilidades, mas como modo de permitir aos sujeitos envolvidos expressarem seus sentimentos e necessidades contribuindo para um cuidado de enfermagem humanizado e significativo.

Descritores: enfermagem, comunicação, relações interpessoais 

Introdução

A palavra comunicação é derivada do latim communis que significa pertencente a todos ou muitos, comunicare origem de comungar e comunicar e comunicationis que expressa a idéia de tornar comum. Em um novo desdobramento da palavra comunicação o sufixo latino ica indica estar em relação e o sufixo ção, a ação de. Com isso comunicação significa pertencente a muitos, comungar, tornar comum, estar em relação e ação(1).

            Estas definições levam a compreensão que a comunicação é uma produção do encontro de sujeitos através da interação e da relação. Pode ser considerada como uma situação na qual ocorre a criação de conhecimentos das pessoas envolvidas ao invés de somente transmiti-las, ou seja, uma interação entre sujeitos iguais e criativos devendo estar fundamentada no diálogo e na interação(2). Desse modo, a comunicação perpassa as próprias relações humanas e suas diversas dimensões como individual e coletivo, social e profissional.

            Assim, a enfermagem enquanto profissão das ciências em saúde utiliza a comunicação como um instrumento básico de seu saber/fazer, na medida em que o cuidado envolve o relacionamento interpessoal entre dois ou mais sujeitos (enfermeira, cliente, família, comunidade) e o processo comunicativo. Nos propomos em uma ação cuidativa abrangente desenvolvendo a habilidade de comunicação e considerando-a como um caminho para a satisfação das necessidades dos pacientes(3)

Além disso, na metodologia da assistência a comunicação permeia todo o processo uma vez que, inicialmente, a coleta de dados exige do enfermeiro a habilidade em comunicação para identificar dados relevantes. Na etapa de diagnóstico são utilizados processos de codificação/decodificação e informação. Quanto ao planejamento da assistência a seleção de prioridades e o estabelecimento de metas consiste em uma comunicação interpessoal por meio da participação ativa do cliente.  A comunicação na fase de implementação da assistência ocorre por mensagens verbais e não verbais(4).

             Reconhece-se então a importância da comunicação na prática da enfermeira para identificar situações de saúde e doença, prescrever e implementar ações de enfermagem que contribuam para a promoção, prevenção, proteção da saúde, recuperação e reabilitação do indivíduo, sua família e a comunidade. Nesse sentido, é através da comunicação que podemos compreender a visão de mundo da paciente, identificando os seus sentimentos de acordo com o significado que ele atribui aos fatos que lhe ocorrem.

            Assim, este estudo dá ênfase à comunicação como elemento essencial para a prática de enfermagem, tendo como objetivos caracterizar os aspectos da comunicação na prática da enfermagem através da produção bibliográfica publicada no período de 2002 a 2008, além de descrever o conhecimento produzido pela enfermagem acerca da comunicação como elemento essencial para o cuidado com o cliente.

            Conhecer como é percebida a comunicação na prática da enfermagem se faz relevante, pois o dia a dia profissional não é pautado somente em procedimentos técnicos, mas também em relações humanas. A comunicação potencializa a interação entre profissionais, pacientes e seus familiares, tornando as ações de cuidado mais humanizadas(5). Logo, Interações terapêuticas e qualidade do cuidado são alcançadas através do diálogo, incluindo a percepção de mensagens verbais e não verbais, do respeito às singularidades e a compreensão da vivencia do processo saúde e doença.

 O diálogo estabelecido entre profissionais e sujeitos a serem cuidados proporciona um relacionamento de confiança e a obtenção de bons resultados que se traduzem na qualidade da assistência(6). O profissional precisa saber ouvir, estar presente e ter empatia com o outro ser, conseqüentemente, ambos serão capazes de solucionar os problemas de saúde.

Nesse sentido, é oportuno estimular atitudes e ações humanísticas dos profissionais de saúde que valorizem a comunicação na percepção do outro. 

Metodologia                           

Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, uma vez que visa explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas anteriormente em documentos para conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas descritas sobre determinado assunto(7).

Assim, foi realizada busca sistematizada em periódicos de enfermagem indexados na Literatura da América Latina e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Base de dados de Enfermagem (BDENF) e Scientific Eletronic Library Online (SCIELO) no período de janeiro a março de 2009 a partir da associação dos descritores comunicação e enfermagem. Como critérios de inclusão consideramos todas as modalidades de pesquisa como estudos descritivos, qualitativos, teórico-reflexivos e pesquisas sistemáticas em artigos publicados no período de 1998 a 2008 entendendo que o recorte temporal escolhido ampliaria as possibilidades de análise do objeto de estudo e, conseqüentemente, contribuições para a área de enfermagem. Foi encontrado um total de 1501 publicações sendo 688 na LILACS, 604 na BDENF e 209 na SCIELO.

Os títulos e resumos dos artigos identificados na busca bibliográfica que se enquadraram nos critérios de inclusão foram revisados e, posteriormente, obtidos na íntegra através da internet e da busca do material em bibliotecas de escolas de enfermagem de universidades públicas do município do Rio de Janeiro e Niterói.

Após sucessivas leituras foram selecionados 40 textos que explicitavam de forma ampla a temática comunicação. Porém, a amostra compreendeu 21 artigos publicados no período de 2002 a 2008 por apontarem aspectos relevantes da comunicação no cotidiano assistencial de enfermagem.

O exame minucioso do material permitiu constituir três categorias: habilidades no desenvolvimento da comunicação, a comunicação como base no relacionamento interpessoal e no cuidado de enfermagem e dificuldades no processo comunicativo no relacionamento interpessoal. 

Resultados

As tabelas 1, 2 e 3 evidenciam respectivamente, os resultados quanto ao ano de publicação dos textos analisados e a base de dados, o método de pesquisa dos artigos e as categorias temáticas identificadas . 

TAB 1: Relação dos artigos publicados segundo o ano e banco de dados 

Ano Publicação

Banco de Dados

 

SCIELO

BDENF

LILACS

2002

2

1

2

2003

1

1

1

2004

1

-

-

2005

1

-

1

2006

1

-

3

2007

4

-

-

2008

2

-

-

Total

12

2

7

 TAB 2: Relação dos artigos publicados segundo o método de pesquisa

Método Pesquisa

Número de referências

 

N

%

Descritivo-esploratório

17

80.9

Revisão bibliográfica

3

14.3

Teórico-reflexivo

1

4.8

Total

21

100

 TAB 3: Relação dos artigos publicados segundo as categorias temáticas

Categorias

Número de referências

 

N

%

Comunicação como base do relacionamento interpessoal e cuidado de enfermagem

13

62

Habilidades necessárias à comunicação

13

62

Dificuldades no processo comunicativo enfermeira-paciente

7

33

Discussão

Habilidades no desenvolvimento da comunicação

Nesta categoria os textos demonstraram que os enfermeiros reconhecem a importância de implementar algumas habilidades em comunicação para o estabelecimento da relação enfermeira-paciente que são aprendidas na graduação e se desenvolvem com a experiência profissional permitindo a compreensão do outro a ser cuidado e de ser compreendido.  Estas habilidades incluem atitudes como permanecer em silêncio, ouvir reflexivamente, verbalizar interesse e aceitação(8).

Além disso, existem técnicas de comunicação classificadas como de expressão, clarificação e validação. As de expressão pode ser o uso do silêncio, ouvir reflexivamente, verbalizar aceitação, fazer perguntas, usar frases descritivas, estimular a expressão de sentimentos subjacentes, entre outros; a clarificação estimula comparações, esclarece termos incomuns; e a validação que estimula a repetição de mensagens do emissor e receptor (4).

Assim, a competência do profissional de saúde de usar técnicas de comunicação ajuda o outro a descobrir e utilizar sua capacidade e potencial para solucionar conflitos, reconhecer as limitações pessoais, se adaptar à realidade imutável com conseqüente aprendizado a viver de forma mais saudável e autônoma(4).

Observou-se a existência não só de habilidades e técnicas no processo comunicativo. O profissional precisa estar “aberto ao diálogo” com o cliente favorecendo a comunicação e um cuidado individualizado e humanizado. Para que isto ocorra faz-se necessário realizar reflexões acerca de si e do outro, compreender a realidade do outro sem realizar juízo de valores e ter sensibilidade. Alguns artigos referem que uma interação envolvente requer autoconsciência e exercício de reflexão sobre as próprias ações e as do outro(9); estar livre de preocupações; interessar-se pelo outro; estar disposto e motivado a escutar; compreender as questões culturais(10), exigindo um trabalho de sensibilidade e percepção(11).

Nesse sentido, a base para se estabelecer uma relação interpessoal significativa e construtiva perpassa por três características: autenticidade, aceitação incondicional ou confiança e compreensão empática devendo o profissional mostrar-se genuinamente interessado(12).

O enfermeiro deve ter ainda sensibilidade, conhecimento da condição humana e autoconhecimento para o estabelecimento de um relacionamento interpessoal adequado possibilitando o reconhecimento das próprias limitações e fragilidades a fim de que se possa usufruir seu máximo potencial(13)

Comunicação como base no relacionamento interpessoal e no cuidado de enfermagem

Outros textos selecionados evidenciam que o conhecimento e a utilização de alguns princípios do processo comunicacional como a comunicação verbal e não verbal proporcionam melhor atuação e interação terapêutica para o cuidar(14). O toque e o olhar recriam o processo comunicacional por meio de sinais estabelecendo uma relação dialógica(15). Logo, a comunicação passa a ser essencial para promover uma assistência de enfermagem humanizada, bem como o relacionamento interpessoal.

O diálogo foi outro aspecto abordado uma vez que favorece segurança e confiança(9), e consequentemente, a formação do vínculo necessário ao cuidado(16). Este vínculo, resultado da aproximação enfermeira-paciente durante os cuidados de enfermagem, contribui para a qualidade da assistência(17), na medida em que utiliza a comunicação como um instrumento para o planejamento do cuidado (18).

Assim, a enfermagem se mostra como uma prática relacional quando lida com seus pares, mas apresenta caráter dialógico quando na relação com o cliente(19). Ou seja, o relacionamento interpessoal enfermeiro-paciente ocorre por meio da comunicação entre quem cuida e é cuidado, proporcionando uma aproximação que permite ao profissional compreender a experiência do paciente assumindo uma visão holística do processo saúde-doença(20).

            Deste modo, a comunicação além de se constituir como um dos pilares para o relacionamento interpessoal se torna base para o cuidado de enfermagem, na medida em que por meio desta identificamos situações de saúde-doença através da sistematização da assistência de enfermagem e possibilita a compreensão de aspectos sociais e psicológicos proporcionando desta forma um cuidado integral.

É notável que “(...) há uma extraordinária interdependência entre comunicação (caminho e meio da integralidade) e o cuidado (onde a Integralidade é essencialmente ela mesma). Essa interdependência é atestada pelo fato de que não há ação de cuidar que não seja uma ação comunicativa(21:142)”.

            Portanto, o ato de cuidar está relacionado a sujeitos, aqueles que cuidam e que são cuidados, constituindo-se como a verdadeira essência da enfermagem. Um cuidado ao ser dispensado não se constitui como ação técnica em si, mas também como uma ação sensível que envolve o contato entre seres humanos através do toque, do olhar, do ouvir, da fala(22)

Dificuldades no processo comunicativo enfermeira-paciente

            A partir dos artigos foi possível identificar barreiras no processo comunicativo como problemas do paciente para se relacionar, estado de saúde do paciente, problemas da enfermeira para se relacionar(23).

            É oportuno ressaltar que alguns entraves estão relacionados com fatores intrínsecos do profissional e que podem ser trabalhados durante sua formação acadêmica. Porém, isto tem sido realizado de forma insuficiente na medida em que a comunicação na relação interpessoal é uma temática explorada de forma pontual nos currículos.

            Os estudos referem ainda que a falta de tempo é um fator limitante para uma relação comunicativa efetiva(24). O fator tempo associado ao duplo vínculo, número elevado de pacientes para atender, sobrecarga de trabalho e estresse reduz a abertura do enfermeiro para o relacionamento interpessoal com o paciente(11).

            Embora os aspectos levantados devam ser trabalhados pelos gestores das instituições, estes não podem ser impeditivos para a execução de um cuidado integral, individualizado e humano.

O trabalho diário da enfermeira favorece uma linha de comunicação aberta com o paciente, porém devido ao tempo e ao que julga ser necessário, o cuidado físico acaba sendo preterido, ignorando que o nível de satisfação do cliente também se relaciona com a comunicação estabelecida na assistência prestada(25).

Outros fatores relacionados na ótica profissional são o contato com pessoas doentes, problemas psicossociais, responsabilidades delegadas, gerando um estresse ocupacional que influencia negativamente nas atitudes e no uso de técnicas não terapêuticas durante a comunicação com o paciente(26). 

Significância para a enfermagem

A temática comunicação é discutida no cenário acadêmico por ser reconhecida como um instrumento básico de enfermagem. Portanto, é considerado um dos temas mais pesquisados em enfermagem devido a sua complexidade, importância para a qualidade da assistência de enfermagem e por se relacionar com todas as ações cuidativas do enfermeiro (3).

A comunicação também é base para a assistência, desde a sistematização do processo de enfermagem, pois é necessária desde o histórico de enfermagem até a documentação das ações através das anotações e registros em prontuários.

Assim, conhecer as faces da comunicação na prática de enfermagem nos instrumentaliza para exercer uma relação de cuidado com paciente, família e comunidade, na qual exista uma comunicação efetiva e uma interação terapêutica. Isto favorece a identificação e solução, total ou parcial, das necessidades efetivas de cuidado e desta forma promove uma enfermagem humanizada.

Considerações finais

Considerando os objetivos propostos os dados revelaram notadamente três faces da comunicação que envolvem a prática da enfermeira, quais sejam: a existência de habilidades e técnicas em comunicação para o estabelecimento de um diálogo efetivo; o reconhecimento do processo comunicativo com singular significado para o relacionamento enfermeira-paciente e o cuidado de enfermagem e por fim, as dificuldades identificadas pelos profissionais quando se pensa em comunicação durante a assistência de enfermagem. 

A comunicação como essencialidade do cuidado e das relações interpessoais é reafirmada na medida em que identificou-se em outro estudo(27) que as ações de cuidar desenvolvidas pela equipe de enfermagem integram o modo de ser de cada indivíduo, as relações interpessoais e a presença genuína assim como a comunicação como facilitadora para o conhecimento pessoal e interpessoal.

Embora os textos reconheçam que a comunicação é fundamental para o cuidado ainda é possível identificar obstáculos que interferem nesse processo tais como a falta de tempo para relacionar-se, a alta demanda de pacientes, entre outros.

É valido ressaltar que tais aspectos devem levar a reflexão em nossa prática, especialmente quanto às barreiras ao processo comunicacional. Nos dias atuais com o intenso avançar bio-tecnológico, hipervalorização de procedimentos técnicos de alta tecnologia que demandam conhecimentos específicos com redução e fragmentação do ser humano faz com que na prática em saúde muitas vezes o diálogo, a subjetividade, a solidariedade, o toque e a interação entre os seres humanos sejam exercidos de modo superficial.

Faz-se fundante resgatar a importância da escuta, do estar disponível, da comunicação efetiva, não só como um instrumento técnico no cuidado de enfermagem e de saúde, mas como um envolvimento pessoal de cada profissional que atua na área. Isto porque permite a expressão de sentimentos e significados dos sujeitos e favorece a implementação do cuidado humanizado. 

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